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Editora Interciência lança livro que traz passo-a-passo de como desenvolver uma coleção de livros

elaboração de uma politica de selecao bibliotecas universitarias

Segunda edição do livro é lançada

O livro “Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias” é o produto de anotações de aulas da autora e professora Simone da Rocha Weitzel, que ao longo dos últimos dezesseis anos lecionou a disciplina “Formação e Desenvolvimento de Coleções”, na Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

 

Os principais temas da obra se referem ao aprofundamento de cada etapa do processo e política de desenvolvimento de coleções, da estrutura e modelos para formação de coleções e do diagnóstico das mesmas. O texto apresenta todo o passo-a-passo sem se desviar do propósito maior do livro, que é apoiar o leitor na elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções.

 

Sobre a autora

Simone da Rocha Weitzel é professora Adjunta IV da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Diretora da Escola de Biblioteconomia. É Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo (2006), Mestre em Ciência da Informação pelo convênio Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995) e Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal Fluminense (1988). Faz parte do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia (PPGB) onde leciona e orienta na Linha de Pesquisa Biblioteconomia, Cultura e Sociedade no Curso de Mestrado Profissional em Biblioteconomia.


Dados do livro

Título: Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias
Editora: Interciência
Ano: 2013
Edição: 2ª
Número de páginas: 110
Formato: 14x2cm
Valor: R$ 32,00
ISBN: 9788571933231
Sobre a Interciência

Fundada em 1973, a Editora Interciência é especializada em livros técnicos, científicos e universitários e oferece aos seus leitores três selos editoriais: Interciência (técnicos e científicos), o recém-criado Galenus (saúde, enfermagem, nutrição e apoio à família) e Pluri Edições (interesse geral). Atendendo principalmente as universidades e as indústrias, a empresa tem a marca de quase mil títulos produzidos desde sua criação e publica, em média, 36 obras por ano com uma tiragem de dois mil exemplares para cada lançamento. A Editora atende todo o território nacional, países da América Latina (via website) e os de língua portuguesa, principalmente Portugal, Angola e Moçambique. Mais informações, acessar www.editorainterciencia.com.br ou ligar para 21.2581-9378.

Livro Análise de Assunto: teoria e prática

 

Lançamento da Editora Briquet de Lemos.

ivro-analise-de-assunto-teoria-e-praticaAnálise de assunto é o processo de leitura dos documentos existentes em bibliotecas e sistemas de recuperação da informação visando a identificar os assuntos de que tratam para que possam ser recuperados nos catálogos e índices. Trata-se de um dos processos intelectuais mais importantes da prática bibliotecária, tanto em bibliotecas tradicionais
quanto digitais. Tendo em vista as vantagens oferecidas pela automatização desse processo, muitas tentativas têm sido feitas nesse sentido. Na indexação automática, entretanto, não se pode esperar qualidade e precisão nos resultados obtidos. A análise de assunto se inicia com a leitura do texto. Em seguida, passa-se à fase da extração de conceitos que possam representar o conteúdo temático desse texto. Depois de traduzidos para uma linguagem de indexação, passam a ser chamados de descritores e cabeçalhos de assuntos, entre outras denominações. Todas as fases do processo sofrem interferência
de fatores linguísticos, cognitivos e lógicos, o que confere ao processo um caráter interdisciplinar.

Eduardo Wense Dias obteve o doutorado em ciência da informação na University of California at Los Angeles (1987). É professor titular da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.


Madalena Martins Lopes Naves obteve o doutorado em ciência da informação na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (2000). Professora universitária especialista nas áreas de tratamento da informação e elaboração de trabalhos científicos.

 

Sumário

Prefácio à segunda edição, vii
Apresentação, ix
1       Tratamento temático da informação, 1
1.1    Os processos, 9
1.2    Os instrumentos, 11
1.3    Os produtos, 14
2       O processo de tratamento temático, 17
2.1    Consistência e relevância na indexação, 23
3        A leitura do texto pelo indexador, 27
3.1    O texto, 27
3.2    A leitura, 35
4       A prática da leitura técnica, 42
5       Extração de conceitos, 55
5.1    Conceito, 55
5.2.   Assunto, 58
5.3    Contexto, 63
5.4    Utilização de mapas conceituais na organização de
conceitos, 65
6       Determinação da atinência, 67
6.1    Atinência, 67
6.2    Significado, 70
7       O caráter interdisciplinar da análise de assunto, 73
7.1    Aspectos linguísticos, 73
7.2    Aspectos cognitivos e lógicos, 78
8       A pesquisa em análise de assunto, 88
8.1    Os temas, 89
8.2    Estratégias metodológicas, 92
8.3    A pesquisa no Brasil, 95
8.4    Tendências, 99
Referências, 102
Índice, 111

Saiba mais em: http://www.briquetdelemos.com.br/analise-de-assunto-teoria-e-pratica.html

Serviço de referência: do presencial ao virtual

Mais um excelente lançamento da Editora Briquet de Lemos, vale a pena conferir:

SERVIÇO DE REFERÊNCIA: DO PRESENCIAL AO VIRTUAL
Jean-Philippe Accart
Tradução: Antonio Agenor Briquet de Lemos
Brasília, DF: Briquet de Lemos / Livros, 2012.
312 p.

ISBN 978-85-85637477


 

[...] Embora o livro e toda a biblioteconomia em seu entorno continuem sendo, inegavelmente, o coração das bibliotecas, seu perímetro tende inexoravelmente a se retrair, cedendo lugar ao digital. Nesse ínterim, o digital desenvolve-se independentemente das bibliotecas, construindo uma engenharia da informação que não fica muito a dever às bibliotecas e que estas têm tido dificuldade de acompanhar. [...]

As bibliotecas, é claro, ainda dispõem de recursos. Contam, por exemplo, com a oportunidade de lidar ao mesmo tempo com todos os tipos de registros, lançando mão de todos os suportes e todas as formas de mediação, atuando tanto com o presencial como com o virtual e se dirigindo a diversos públicos. De uma certa indefinição fazem sua força, um pouco como as grandes lojas de departamentos onde sempre se consegue encontrar algo para satisfazer a curiosidade. Esta dimensão generalista, porém, não é suficiente. É preciso que ela encontre um ponto de apoio específico que a legitime plenamente, caso almeje enfrentar o futuro com confiança. Na verdade, as bibliotecas, pela primeira vez na história, estão em busca de si próprias, de sua identidade.

Talvez seja preciso procurar essa identidade no campo da função de referência, uma atividade que toca no próprio cerne da profissão de bibliotecário, onde se entrelaçam competência intelectual, conhecimento técnico e a relação com o usuário. É claro que os serviços de referência, ícones das bibliotecas-modelo anglo-saxônicas, sofrem diretamente a concorrência da internet, mas, paradoxalmente, essa crise pode levar não ao desaparecimento dessa função, mas à sua transformação. [...]

É por isso que o livro de Jean-Philippe Accart é tão importante. Não se trata simplesmente de uma reflexão teórica sobre o assunto, mas de uma análise muito concreta do aparato da referência [...]. Longe de contrapor a referência clássica, a que se exerce na modalidade presencial, à sua versão virtual, ele mostra muito bem que esta descobre e se aprofunda mais do que a primeira conseguia com seus limitados recursos. Por intermédio da problemática da referência ele mostra que, permanecendo fiéis à sua inspiração primeira e com um pouco de inovação, as bibliotecas podem perfeitamente acompanhar as novas exigências da sociedade do conhecimento. [...]  Patrick Bazin [No prefácio.]

Jean-Philippe Accart é pesquisador da Bibliothèque et Archives de la Ville de Lausanne (Suíça) e diretor de estudos do mestrado de arquivologia, biblioteconomia e ciência da informação das universidades de Berna e Lausanne. Iniciou suas atividades no campo da ciência da informação em 1983, primeiro na França e depois na Suíça. Com vários livros e artigos publicados, mantém o sítio www.jpaccart.ch.

Sumário

Serviços de referência presenciais
Introdução
Origem e situação atual dos serviços de referência
1        O que é um serviço de referência presencial?
2        Qual serviço de referência para qual instituição?
3        A política de referência
4        A abordagem de projeto no serviço de referência presencial
5        O projeto arquitetônico do serviço de referência
6        A coleção de referência
7        A equipe de referência
8        Deontologia e responsabilidade jurídica do profissional de referência
9        Organização e funcionamento do serviço de referência
10      O trabalho de referência
11      A função de referência
12      A entrevista de referência
13      A pesquisa de informação
14      Os produtos de informação no serviço de referência
Conclusão da parte i. O futuro dos serviços de referência presenciais

Serviços de referência virtuais
Introdução
1        O que é um serviço de referência virtual?
2        A referência virtual num ambiente digital
3        Estudo de viabilidade para a criação de um serviço de referência virtual
4        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos normativos e legais
5        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (1)
6        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (2)
7        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (3)
8        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos organizacionais
9        A rede de referência virtual colaborativa
Conclusão da parte ii. Valor agregado do serviço de referência virtual

Serviços de referência presenciais e virtuais: aspectos comuns

1        A economia dos serviços de referência
2        Quadro de indicadores de desempenho do serviço de referência
3        Serviços de referência — objetivo: qualidade
4        O marketing dos serviços de referência
5        A comunicação no serviço de referência
Conclusão geral: o futuro é virtual

Anexos
1        Revistas especializadas
2        Sítios na internet
3        Aplicativos para mensagens instantâneas
4        Siglas e abreviaturas
5        Glossário

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