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Curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia – Concurso UFRJ

Divulgando mais uma turma para o  curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia da colega Klara W. Freire, desta vez focado no Concurso da UFRJ:
Curso para Concursos
 
A DATA COOP REALIZARÁ CURSO PREPARATÓRIO DE BIBLIOTECONOMIA – CONCURSO UFRJ – RESOLUÇÃO DE QUESTÕES / Convênio SESCOOP/UERJ
CARGA HORÁRIA: 15 HORAS/AULA
PERÍODO: SÁBADOS 17, 24 E 31/05 DE 2014
HORÁRIO: 8 ÀS 13 Horas
ENDEREÇO:
UERJ – Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 / bloco F, 6º andar, SALA 6104 (Maracanã)


Investimento
Por inscrição, com a seguinte diferenciação: Estudantes de Biblioteconomia: R$ 290,00; Bibliotecários: R$ 350,00.
Para inscritos no preparatório anteriormente realizado (estudante ou bibliotecário): R$ 200,00.
Pagamento depósito em conta:
Para DATA COOP – COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS,
DOCUMENTALISTAS, ARQUIVISTAS E ANALISTAS DA INFORMAÇÃO LTDA.
CNPJ: 01596552/0001-77
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AG: 4144
Operação 003
Conta 790772-8
Confirmação por EMAIL - wilsy@datacoop.com.br
Inscrição: wilsy@datacoop.com.br
Inscrições até dia 10 de maio. A confirmação de inscrição se dá mediante comprovante de pagamento.
RUA DA QUITANDA, 19, SALA 401 –CENTRO – CEP 20011-030 – RIO DE JANEIRO – RJ
JUSTIFICATIVA
O crescente espaço no mercado de trabalho de Biblioteconomia, principalmente a grande oferta de vagas no serviço público, motiva estudantes e profissionais da área a procurarem cada vez mais capacitação para prestar concursos a fim de aproveitar o volume de oportunidades disponíveis, o que impulsiona a criação de cursos para atender à demanda de preparação destes candidatos.
OBJETIVOS / RESULTADOS ESPERADOS
O curso visa atuar na preparação do candidato para o certame a ser realizado com o intuito de preenchimento do quadro de Bibliotecário-Documentalista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) através da resolução de provas de concursos anteriores e estudos de caso/questões discursivas de provas da área.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
O conteúdo programático deverá ter como base o apresentado pela organizadora do concurso, quando de sua publicação, que deverá ocorrer até a data de início das inscrições, de acordo com o Edital nº 70, de 31 de março de 2014.
PRE-REQUISITOS
Não há pré-requisitos
INFRA-ESTRUTURA
* Cadeiras com apoio para escrita;
* Coffee-break
* Tela com projetor (datashow)
* Pasta com caneta e bloco de anotação;
* Apostila de questões impressa.
DEMAIS INFORMAÇÕES
Vagas: até 50 alunos, mínimo de 20.
CURRÍCULO DA INSTRUTORA
Instrutora: Klara W. Freire
Graduada em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ministra palestras sobre a carreira do bibliotecário no serviço público e possui experiência em Biblioteconomia para concursos. Primeiro lugar no concurso de 2012 do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão no qual trabalha atualmente. Acumula aprovações nos seguintes certames: 2º lugar na Casa da Moeda – seu primeiro, ainda graduanda do 4º período de Biblioteconomia -, 4º lugar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 3º lugar na UFRJ – onde trabalhou por quase dois anos, até ingressar no Poder Judiciário – e, mais recentemente, 7º lugar na Petrobras, dentre muitos outros.
Wilsy Moreira Castro
Data Coop – Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas e
Analistas da Informação Ltda.
Rua da Quitanda, 19, salas 401-402
20011-030 – Rio de Janeiro- RJ – Brasil

Eu profissional da informação, e agora?

O Biblio Concursos foi a fonte consultada pelos autores Júccia Nathielle do Nascimento Oliveira, Ana Cristina Lucio Pinheiro, Jaiene Gomes Diniz e

Gracy Kelli Martins para elaboração do artigo:

EU PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO, E AGORA?: Um estudo de caso acerca dos concursos na área de biblioteconomia na região Nordeste apresentado no XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da informação (EREBD N-NE)

RESUMO
As tendências informacionais têm alterado o cenário profissional no que diz respeito à atuação do Bibliotecário frente às diversificas formas de acesso e uso da informação. São muitas as transformações que o mercado de trabalho exige e em consequência, o ambiente de atuação deste profissional também origina modificações e cria cada vez mais oportunidades. Com a expansão das Universidades Públicas e a criação de novos espaços informacionais, as demandas do mercado de trabalho são refletidas principalmente no índice de concursos públicos promovidos nos últimos anos. Esta pesquisa analisa o mercado de trabalho do bibliotecário enfocando as oportunidades oferecidas no âmbito público, com um recorte voltado para a promoção de concursos públicos e média salarial ocorrentes no Estado do Ceará. O levantamento compreende os 3 últimos anos e apresenta dados quantitativos através de um levantamento em editais abertos no período referido e destaca atuação do Bibliotecário em instituições públicas e a crescente necessidade desse profissional nessas organizações.

Abraços.

Curso de CDU com Sebastião de Souza

Divulgando curso de Classificação Decimal Universal, com o Professor Sebastião de Souza, no Rio de Janeiro:

Curso de CDU com o professor Sebastião de Souza


Serviço de referência: do presencial ao virtual

Mais um excelente lançamento da Editora Briquet de Lemos, vale a pena conferir:

SERVIÇO DE REFERÊNCIA: DO PRESENCIAL AO VIRTUAL
Jean-Philippe Accart
Tradução: Antonio Agenor Briquet de Lemos
Brasília, DF: Briquet de Lemos / Livros, 2012.
312 p.

ISBN 978-85-85637477


 

[...] Embora o livro e toda a biblioteconomia em seu entorno continuem sendo, inegavelmente, o coração das bibliotecas, seu perímetro tende inexoravelmente a se retrair, cedendo lugar ao digital. Nesse ínterim, o digital desenvolve-se independentemente das bibliotecas, construindo uma engenharia da informação que não fica muito a dever às bibliotecas e que estas têm tido dificuldade de acompanhar. [...]

As bibliotecas, é claro, ainda dispõem de recursos. Contam, por exemplo, com a oportunidade de lidar ao mesmo tempo com todos os tipos de registros, lançando mão de todos os suportes e todas as formas de mediação, atuando tanto com o presencial como com o virtual e se dirigindo a diversos públicos. De uma certa indefinição fazem sua força, um pouco como as grandes lojas de departamentos onde sempre se consegue encontrar algo para satisfazer a curiosidade. Esta dimensão generalista, porém, não é suficiente. É preciso que ela encontre um ponto de apoio específico que a legitime plenamente, caso almeje enfrentar o futuro com confiança. Na verdade, as bibliotecas, pela primeira vez na história, estão em busca de si próprias, de sua identidade.

Talvez seja preciso procurar essa identidade no campo da função de referência, uma atividade que toca no próprio cerne da profissão de bibliotecário, onde se entrelaçam competência intelectual, conhecimento técnico e a relação com o usuário. É claro que os serviços de referência, ícones das bibliotecas-modelo anglo-saxônicas, sofrem diretamente a concorrência da internet, mas, paradoxalmente, essa crise pode levar não ao desaparecimento dessa função, mas à sua transformação. [...]

É por isso que o livro de Jean-Philippe Accart é tão importante. Não se trata simplesmente de uma reflexão teórica sobre o assunto, mas de uma análise muito concreta do aparato da referência [...]. Longe de contrapor a referência clássica, a que se exerce na modalidade presencial, à sua versão virtual, ele mostra muito bem que esta descobre e se aprofunda mais do que a primeira conseguia com seus limitados recursos. Por intermédio da problemática da referência ele mostra que, permanecendo fiéis à sua inspiração primeira e com um pouco de inovação, as bibliotecas podem perfeitamente acompanhar as novas exigências da sociedade do conhecimento. [...]  Patrick Bazin [No prefácio.]

Jean-Philippe Accart é pesquisador da Bibliothèque et Archives de la Ville de Lausanne (Suíça) e diretor de estudos do mestrado de arquivologia, biblioteconomia e ciência da informação das universidades de Berna e Lausanne. Iniciou suas atividades no campo da ciência da informação em 1983, primeiro na França e depois na Suíça. Com vários livros e artigos publicados, mantém o sítio www.jpaccart.ch.

Sumário

Serviços de referência presenciais
Introdução
Origem e situação atual dos serviços de referência
1        O que é um serviço de referência presencial?
2        Qual serviço de referência para qual instituição?
3        A política de referência
4        A abordagem de projeto no serviço de referência presencial
5        O projeto arquitetônico do serviço de referência
6        A coleção de referência
7        A equipe de referência
8        Deontologia e responsabilidade jurídica do profissional de referência
9        Organização e funcionamento do serviço de referência
10      O trabalho de referência
11      A função de referência
12      A entrevista de referência
13      A pesquisa de informação
14      Os produtos de informação no serviço de referência
Conclusão da parte i. O futuro dos serviços de referência presenciais

Serviços de referência virtuais
Introdução
1        O que é um serviço de referência virtual?
2        A referência virtual num ambiente digital
3        Estudo de viabilidade para a criação de um serviço de referência virtual
4        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos normativos e legais
5        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (1)
6        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (2)
7        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (3)
8        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos organizacionais
9        A rede de referência virtual colaborativa
Conclusão da parte ii. Valor agregado do serviço de referência virtual

Serviços de referência presenciais e virtuais: aspectos comuns

1        A economia dos serviços de referência
2        Quadro de indicadores de desempenho do serviço de referência
3        Serviços de referência — objetivo: qualidade
4        O marketing dos serviços de referência
5        A comunicação no serviço de referência
Conclusão geral: o futuro é virtual

Anexos
1        Revistas especializadas
2        Sítios na internet
3        Aplicativos para mensagens instantâneas
4        Siglas e abreviaturas
5        Glossário

Índice

Ranganathan e os concursos públicos

Grande Ranganathan!

Grande Ranganathan!

Ranganathan vai se revirar em seu túmulo, mas a partir de suas famosas leis fiz uma adaptação (bem tosca, é verdade) para criar as cinco leis dos concursos públicos. Claro que é uma brincadeira, já que não tem nenhum conteúdo científico e serve somente para ilustrar alguns pontos/etapas da preparação para os concursos.

Primeira lei : O edital é para ser lido (todo!)

Muita gente tem mania de ler somente as partes dos edital que mais lhe interessam como, por exemplo, salário e período de inscrição. Porém   uma boa preparação passa primeiro pela leitura completa do edital. É fundamental, pois  evita muito mal-entendido e perda de tempo. Um exemplo claro disso foi este último concurso para o Senado, muita gente que não leu o edital achou que a prova iria ter uma parte sobre direito administrativo, o que não aconteceu. Também vale lembrar que vários concursos possuem a bibliografia recomendada, o que ajuda no rumo da preparação.

Segunda lei: Para cada concurseiro, seu concurso.

Muitas vezes divulgamos vagas em concursos de prefeituras distantes e no interior, alguns devem se perguntar se alguém faz prova para esses lugares, a resposta é: sim! E é uma boa maneira de se preparar, além de ser bom para alto estima. Passar em um concurso de prefeitura, com concorrência baixa, te dá fôlego para ir em busca de voos mais altos.

 

Terceira lei: Para cada concurso, seu concurseiro:

Algumas pessoas podem discordar, porém alguns concursos não são para todos. Utilizo o mesmo exemplo do Senado. Não adianta se inscrever em um concurso assim se você está há muito tempo sem ler nada da área e não pretende fazer isso para se preparar para a prova. Vai perder seu dinheiro na inscrição e o seu tempo para ir fazer uma prova que não tem a mínima chance de passar. É claro que a sorte existe, mas o curioso é que a sorte sorri muito mais para quem se prepara do que para os que contam somente com ela, sem fazer por merecer.


Quarta lei: Poupe o tempo do concurseiro (o seu tempo).

Não adianta ficar estudando quinze horas por dia sem fazer um planejamento do que estudar e como estudar, é perda de tempo e pode até causar  danos à sua saúde, além de não produzir resultados práticos. Recomendo o livro do grande bibliotecário Gustavo Henn:  Métodos de preparação para concursos, da Thesaurus Editora.

Quinta lei: O serviço público (ainda) é um organismo em expansão. Os governos Lula foram a época que mais se contratou servidor público no Brasil, coisa que é difícil se repetir. Porém, as vagas no serviço público ainda tendem a crescer, devido a grande quantidade de terceirizados nos órgãos e a necessidade de prestação de um serviço público de qualidade para população, o que passa pela contratação de pessoas qualificadas, via concurso público.

Em tempo, não custa nada lembrar as Leis de Ranganathan, que volta e meia são cobradas em provas:

1ª Os livros são para o uso

2ª Para cada leitor o seu livro

3ª Para cada livro seu leitor

4ª Poupe o tempo do leitor

5ª A biblioteca é um organismo em crescimento.

Vale ainda lembrar que As Cinco Leis da Biblioteconomia foram publicadas no Brasil pela Briquet de Lemos.

Abraços.

Site da Professora A. M. C. Memória Ribeiro

   A Professora Antônia Motta de Castro Memória Ribeiro, lançou em 2009 a quarta edição do livro Catalogação de Recursos Bibliográficos: AACR2 em MARC 21, que é uma boa fonte para questões referentes à catalogação em AACR2 no formato MARC, trazendo exemplos práticos. Serve de instrumento de trabalho para os bibliotecários de catalogação, em conjunto com o AACR2.

O livro é acompanhado de CDROM com exemplos práticos. Em seu site, http://www.amemoria.com.br, a professora esclarece dúvidas sobre catalogação, além de comercializar o livro.

 

Abraços.

 


Curso Gratuito: Direitos Autorais e Sociedade

Um tema constante no dia-a-dia do trabalho bibliotecário é o Direito Autoral, que muitas vezes também é objeto de questões em concursos.

A FGV  disponibiliza diversos cursos gratuitos on-line, dentre eles o de Direitos Autorais e Sociedade. O curso é de somente 5 horas, mas possui ótimo conteúdo sobre o tema, além de trazer bibliografia para leituras complementares. É inteiramente gratuito, bastando efetuar o cadastro no site para ter acesso ao conteúdo.


Programa:

Em Direitos Autorais e Sociedade, trataremos dos direitos da sociedade em relação às obras publicadas. Iniciaremos analisando o texto constitucional que dispõe sobre os ditames da justiça social, observando determinados princípios, dentre os quais se destaca a função social da propriedade.

A seguir, analisaremos as limitações aos direitos autorais, que são autorizações legais para o uso de obras de terceiros, protegidas por direitos autorais, independentemente de autorização dos detentores de tais direitos.

Finalmente, abordaremos que, com o surgimento de novas tecnologias, várias novas possibilidades de uso da internet vêm aparecendo, o que inclusive tem impulsionado o desenvolvimento de novos modelos de negócios, não só na música como em todas as outras áreas de manifestação cultural.

Com isso, o Brasil acaba por ficar à margem da comunidade internacional quanto às limitações e exceções previstas em favor do uso das obras por parte da sociedade.

Sob esse foco, a disciplina Direitos Autorais e Sociedade está estruturada em sete unidades, nas quais foi inserido o seguinte conteúdo…

  • unidade 1 – função social dos direitos autorais;
  • unidade 2 – limites legais;
  • unidade 3 – desafios tecnológicos;
  • unidade 4 – novos modelos de negócios;
  • unidade 5 – cenário cultural;
  • unidade 6 – autoavaliação;
  • unidade 7 – encerramento.

Acesse o site do curso

Abraços.

 

Dada a largada para o concurso do Senado Federal

Fonte: Wikipedia.org

Em 2008 o salário para bibliotecário no Senado era de R$ 9.580,50, o que atraiu bastante gente e fez a relação candidato/vaga para bibliotecário ser de 163/1. Com a divulgação da autorização do Sarney para a realização de um novo concurso, tem muito bibliotecário sonhando em trabalhar em Brasília, já que a remuneração inicial  de um analista legislativo atualmente gira em torno de impressionantes  R$ 18.500,00. Apesar de a tabela do concurso oferecer somente 2 vagas, existe a possibilidade de convocação de outros candidatos aprovados, já que não é incomum a aposentadoria de bibliotecários em órgãos antigos, onde a faixa etária é maior. Segundo tabela publicada pelo Senado, em 31/08/2011 existiam 10 vagas desocupadas para Analista Legislativo – Especialidade Biblioteconomia. É claro que não podemos garantir que todas estas vagas serão preenchidas futuramente, pois isto depende de uma série de fatores, mas já é um bom indício.



Como ainda não foi definida nem a banca que será responsável pelo certame, ainda existe bastante tempo para se preparar, lendo o conteúdo de biblioteconomia, português, conhecimentos gerais e idiomas, temas do último concurso.

Reveja a prova anterior, realizada pela FGV (2008).

Acompanhe as discussões sobre o concurso do Senado no Fórum.

Abraços.

 

Livros para concursos públicos de Biblioteconomia

Sabemos que a preparação para as provas começa sempre com a leitura de livros indicados no edital e os que são referência na nossa área. Esta lista que eu elaborei, apresenta os livros que mais são cobrados nos concursos para biblioteconomia e também os livros que mesmo não aparecendo na bibliografia dos concursos, servem como boa fonte de estudo. Infelizmente alguns destes livros já estão esgotados na editora, porém podemos encontrá-los em sebos e sites na internet. Devem constar na biblioteca de todo concurseiro de biblioteconomia:

ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2005.

CAMPELLO, Bernadete. Introdução ao controle bibliográfico. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

CENDON, Beatriz; CAMPELLO, Bernadette; KREMER, Jeannette. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos: 2008.

CUNHA, Murilo Batos. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro: Linguagem de representação da linguagem documentária. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

FEITOSA, Ailton. Organização da informação na web: das tags à web semântica. Brasília: Thesaurus, 2006.

GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos,  2001.

LANCASTER, F. Indexação e Resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LANCASTER, F. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LE COADIC, Ives-François. A Ciência da Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.


MACIEL, Alba Costa. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Intertexto, 2000.

MENDES, Maria Tereza Reis. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

MENDES, Maria Tereza Reis. Elaboração de Referências: NBR 6023/2002. Rio de Janeiro: Intertexto, 2002.

MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Lemos, 2009.

NAVES, Madalena; KURAMOTO, Hélio (Orgs.) . Organização da informação: Princípios e tendências. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

OLIVER, Chris. Introdução ao RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011.

OLIVEIRA, Marilene (Coord.) Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

PIEDADE, M. A. R. Introdução a Teoria da Classificação. Rio de Janeiro: Interciência, 1983.

ROWLEY, Jennifer. A Biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

SOUZA, Sebastião. CDU: como entender e utilizar a 2ª Edição padrão internacional. 2 ª. ed. Brasília: Thesaurus, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 3 ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro; ANDRADE, Diva. Aquisição de Materiais de Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.

WEITZEL, Simone. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.