Curso Gratuito: Direitos Autorais e Sociedade

Um tema constante no dia-a-dia do trabalho bibliotecário é o Direito Autoral, que muitas vezes também é objeto de questões em concursos.

A FGV  disponibiliza diversos cursos gratuitos on-line, dentre eles o de Direitos Autorais e Sociedade. O curso é de somente 5 horas, mas possui ótimo conteúdo sobre o tema, além de trazer bibliografia para leituras complementares. É inteiramente gratuito, bastando efetuar o cadastro no site para ter acesso ao conteúdo.


Programa:

Em Direitos Autorais e Sociedade, trataremos dos direitos da sociedade em relação às obras publicadas. Iniciaremos analisando o texto constitucional que dispõe sobre os ditames da justiça social, observando determinados princípios, dentre os quais se destaca a função social da propriedade.

A seguir, analisaremos as limitações aos direitos autorais, que são autorizações legais para o uso de obras de terceiros, protegidas por direitos autorais, independentemente de autorização dos detentores de tais direitos.

Finalmente, abordaremos que, com o surgimento de novas tecnologias, várias novas possibilidades de uso da internet vêm aparecendo, o que inclusive tem impulsionado o desenvolvimento de novos modelos de negócios, não só na música como em todas as outras áreas de manifestação cultural.

Com isso, o Brasil acaba por ficar à margem da comunidade internacional quanto às limitações e exceções previstas em favor do uso das obras por parte da sociedade.

Sob esse foco, a disciplina Direitos Autorais e Sociedade está estruturada em sete unidades, nas quais foi inserido o seguinte conteúdo…

  • unidade 1 – função social dos direitos autorais;
  • unidade 2 – limites legais;
  • unidade 3 – desafios tecnológicos;
  • unidade 4 – novos modelos de negócios;
  • unidade 5 – cenário cultural;
  • unidade 6 – autoavaliação;
  • unidade 7 – encerramento.

Acesse o site do curso

Abraços.

 

Curso MARC 21 – Formato Autoridade

A Divisão de Bibliotecas e Documentação da PUC-RJ é a responsável pela tradução do MARC 21 no Brasil e anualmente oferece cursos a distância sobre o tema.

Estão abertas as inscrições para o Curso Marc 21 – Formato Autoridade para 2012, na modalidade a distância. Um bom curso para se manter atualizado e em contato com um tema da nossa área que não é profundamente abordado na faculdade. Ajuda tanto no dia a dia da profissão quanto no preparo para concursos, pois muitos bibliotecários não dominam o MARC 21 e este é um tema sempre cobrado nas provas.

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Período de Aulas

02/04/2012 a 01/06/2012

Este curso será realizado na modalidade a distância, por meio do ambiente virtual de aprendizagem AulaNet.

Objetivo

O curso MARC21 Formato Autoridade tem como objetivo proporcionar aos participantes conhecimentos teóricos e práticos básicos para a utilização deste formato na codificação de registros de autoridade.

Público Alvo

Bibliotecários, Analistas de Sistemas e Programadores que atuam em Sistemas de Bibliotecas, interessados em aprender o formato autoridade MARC21.

Carga Horária

Este curso tem carga horária de 80 horas.

Metodologia

•Distribuição dos conteúdos em tópicos e apresentados por meio de textos para leitura;
•Realização de exercícios de fixação ao longo do curso e no trabalho final;
•Esclarecimentos de dúvidas por e-mail, lista de discussão;

Programa

• Introdução;
• Informações Gerais: números e códigos, cabeçalhos nome e título uniforme;
• Cabeçalhos Tópicos, Subdivisões e Remissivas – conceitos;
• Cabeçalhos Tópicos e Subdivisões;
• Notas;
• Remissivas;
• Cabeçalhos de Equivalências;
• Campo de Controle 008.

Matrícula

Até 22/03/2012

Para maiores informações acesse o site do curso

Média de remuneração de concursos públicos de biblioteconomia em 2010

Em 2010 foram divulgados no Biblio Concursos um total de 191 concursos públicos para bibliotecários. A região sudeste foi a que mais possuiu concursos, totalizando 69, bem como obteve a maior remuneração : R$ 13.264,77 . A melhor média de remuneração ficou no Centro-oeste, com Média de R$ 4.052,87, devido, principalmente aos órgãos federais existentes em Brasília. Da análise destes concursos divulgados obtemos as médias de remuneração por região, conforme gráficos abaixo:

 

 Maior remuneração:R$ 8.955,20   –  Menor remuneração: R$ 2.277,55  - Média R$ 4.052,87

Total de concursos: 23




Maior remuneração:  R$ 6.611,39 – Menor remuneração:  R$ 893,79 – Média: R$ 2.532,00

Total de concursos: 37

 

Maior remuneração:  R$ 7.748,03 – Menor remuneração: R$ 1.000,00  - Média: R$ 2.694,47

Total de concursos: 25




Maior remuneração:  R$ 13.264,77  - Menor remuneração:  R$ 982,91 – Média: R$ 2.388,79

Total de concursos: 69

Maior remuneração:  R$ 6.611,39  - Menor remuneração: R$ 1.298,85  - Média: R$ 2.564,80

Total de concursos: 37

Veja a remuneração no ano de 2008

Fui reprovado, o que fazer?

The Scream - Edvard_Munch

The Scream de Edvard Munch / fonte: wikipedia.org

Um assunto que pouca gente comenta é a reprovação em concursos. Ninguém gosta de gastar dinheiro com inscrição, estudar, acordar cedo para fazer uma prova por horas e no final não atingir a nota mínima de corte. É muito ruim ver aquela desagradável palavra ao lado do seu nome: desclassificado, não-aprovado, nota insuficiente, eliminado, reprovado… o termo varia de acordo com a banca, mas quer dizer a mesma coisa: você não atingiu seu objetivo.

Faz parte da vida de qualquer um ter insucessos e, por incrível que pareça, são saudáveis. Com eles aprendemos mais do que com as vitórias, pois através deles é que refletimos e mudamos. A reprovação é o sinal de que alguma coisa deverá ser corrigida: se você não foi aprovado é sinal de que a carga de estudos deverá ser aumentada ou melhor distribuída, pois não adianta ir bem em conhecimentos específicos e ficar reprovado por uma questão de interpretação de texto na prova de português.


Serve também como amadurecimento, pois os simulados e as provas que fazemos em casa não possuem a mesma atmosfera da sala do concurso, nem o nervosismo do momento. Em função deste nervosismo que recai sobre algumas pessoas durante a prova o desempenho é prejudicado e muitas vezes aparece o famoso “deu branco”. Na medida que fazemos mais provas, a rotina elimina quase que completamente o nervosismo. A reprovação só valoriza ainda mais sua conquista, o importante é não duvidar de si mesmo e nunca desistir devido a uma experiência ruim.

Uma máxima de um concurseiro famoso, William Douglas, resume muito bem isso:

Concurso não se faz para passar, se faz até passar!

Abraços.

Dada a largada para o concurso do Senado Federal

Fonte: Wikipedia.org

Em 2008 o salário para bibliotecário no Senado era de R$ 9.580,50, o que atraiu bastante gente e fez a relação candidato/vaga para bibliotecário ser de 163/1. Com a divulgação da autorização do Sarney para a realização de um novo concurso, tem muito bibliotecário sonhando em trabalhar em Brasília, já que a remuneração inicial  de um analista legislativo atualmente gira em torno de impressionantes  R$ 18.500,00. Apesar de a tabela do concurso oferecer somente 2 vagas, existe a possibilidade de convocação de outros candidatos aprovados, já que não é incomum a aposentadoria de bibliotecários em órgãos antigos, onde a faixa etária é maior. Segundo tabela publicada pelo Senado, em 31/08/2011 existiam 10 vagas desocupadas para Analista Legislativo – Especialidade Biblioteconomia. É claro que não podemos garantir que todas estas vagas serão preenchidas futuramente, pois isto depende de uma série de fatores, mas já é um bom indício.



Como ainda não foi definida nem a banca que será responsável pelo certame, ainda existe bastante tempo para se preparar, lendo o conteúdo de biblioteconomia, português, conhecimentos gerais e idiomas, temas do último concurso.

Reveja a prova anterior, realizada pela FGV (2008).

Acompanhe as discussões sobre o concurso do Senado no Fórum.

Abraços.

 

Livros para concursos públicos de Biblioteconomia

Sabemos que a preparação para as provas começa sempre com a leitura de livros indicados no edital e os que são referência na nossa área. Esta lista que eu elaborei, apresenta os livros que mais são cobrados nos concursos para biblioteconomia e também os livros que mesmo não aparecendo na bibliografia dos concursos, servem como boa fonte de estudo. Infelizmente alguns destes livros já estão esgotados na editora, porém podemos encontrá-los em sebos e sites na internet. Devem constar na biblioteca de todo concurseiro de biblioteconomia:

ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2005.

CAMPELLO, Bernadete. Introdução ao controle bibliográfico. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

CENDON, Beatriz; CAMPELLO, Bernadette; KREMER, Jeannette. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos: 2008.

CUNHA, Murilo Batos. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro: Linguagem de representação da linguagem documentária. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

FEITOSA, Ailton. Organização da informação na web: das tags à web semântica. Brasília: Thesaurus, 2006.

GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos,  2001.

LANCASTER, F. Indexação e Resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LANCASTER, F. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LE COADIC, Ives-François. A Ciência da Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.


MACIEL, Alba Costa. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Intertexto, 2000.

MENDES, Maria Tereza Reis. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

MENDES, Maria Tereza Reis. Elaboração de Referências: NBR 6023/2002. Rio de Janeiro: Intertexto, 2002.

MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Lemos, 2009.

NAVES, Madalena; KURAMOTO, Hélio (Orgs.) . Organização da informação: Princípios e tendências. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

OLIVER, Chris. Introdução ao RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011.

OLIVEIRA, Marilene (Coord.) Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

PIEDADE, M. A. R. Introdução a Teoria da Classificação. Rio de Janeiro: Interciência, 1983.

ROWLEY, Jennifer. A Biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

SOUZA, Sebastião. CDU: como entender e utilizar a 2ª Edição padrão internacional. 2 ª. ed. Brasília: Thesaurus, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 3 ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro; ANDRADE, Diva. Aquisição de Materiais de Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.

WEITZEL, Simone. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.