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Curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia

Divulgando mais uma turma para o  curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia da colega Klara W. Freire:

 

A DATA COOP REALIZARÁ CURSO PREPARATÓRIO DE BIBLIOTECONOMIA PARA CONCURSOS – MÓDULO TÉCNICO: CLASSIFICAÇÃO, INDEXAÇÃO, CATALOGAÇÃO E NORMALIZAÇÃO / Convênio SESCOOP/UERJ

CARGA HORÁRIA: 15 HORAS/AULA

PERÍODO: SÁBADOS 19, 26 de julho e 2 de agosto de 2014

HORÁRIO: 8 às 13 Horas

ENDEREÇO:
UERJ: Rua São Francisco Xavier, 524 / bloco F 6º andar, sala 6104 (Maracanã)
Investimento
Por inscrição, com a seguinte diferenciação: Estudantes de Biblioteconomia: R$ 290,00; Bibliotecários: R$ 350,00.
Para inscritos nos preparatórios anteriormente realizados (estudante ou bibliotecário): R$ 200,00.

Pagamento depósito em conta:
Para DATA COOP – COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS,
DOCUMENTALISTAS, ARQUIVISTAS E ANALISTAS DA INFORMAÇÃO LTDA.

CNPJ: 01596552/0001-77

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AG: 4144
Operação 003
Conta 790772-8
Confirmação por EMAIL – wilsy@datacoop.com.br
Inscrição: wilsy@datacoop.com.br
Inscrições até dia 05/07/2014 A confirmação de inscrição dá mediante comprovante de pagamento.
RUA DA QUITANDA, 19, SALA 401 –CENTRO – CEP 20011-030 – RIO DE JANEIRO – RJ

JUSTIFICATIVA

O crescente espaço no mercado de trabalho de Biblioteconomia, principalmente a grande oferta de vagas no serviço público, motiva estudantes e profissionais da área a procurarem cada vez mais capacitação para prestar concursos a fim de aproveitar o volume de oportunidades disponíveis, o que impulsiona a criação de cursos para atender à demanda de preparação destes candidatos.

OBJETIVOS / RESULTADOS ESPERADOS

O curso visa atuar na preparação do candidato frente às questões de concurso da área mais técnica e tradicional da Biblioteconomia. Serão 15 horas divididas entre as disciplinas classificação, indexação, catalogação e normalização.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Classificação, indexação, catalogação e normalização.
O conteúdo deverá ser trabalhado tendo por base questões de provas variadas sobre as citadas disciplinas, realizadas no ano de 2013 até a data de divulgação do curso.

PRE-REQUISITOS

Não há pré-requisitos

INFRA-ESTRUTURA

* Coffee-break
* Pasta com caneta e bloco de anotação;
* Apostila impressa e digital.

DEMAIS INFORMAÇÕES

Vagas: até 50 alunos, mínimo de 20.

CURRÍCULO DA INSTRUTORA

Instrutora: Klara W. Freire
Graduada em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ministra palestras sobre a carreira do bibliotecário no serviço público e possui experiência em Biblioteconomia para concursos. Primeiro lugar no concurso de 2012 do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão no qual trabalha atualmente. Acumula aprovações nos seguintes certames: 2º lugar na Casa da Moeda – seu primeiro, ainda graduanda do 4º período de Biblioteconomia -, 4º lugar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 3º lugar na UFRJ – onde trabalhou por quase dois anos, até ingressar no Poder Judiciário – e, mais recentemente, 7º lugar na Petrobras, dentre outros.

Wilsy Moreira Castro
Data Coop – Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas e
Analistas da Informação Ltda.
Rua da Quitanda, 19, salas 401-402
20011-030 – Rio de Janeiro- RJ – Brasil
Tel.: (21)38525653 /(21)38521117

Curso para concursos

Curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia – Concurso UFRJ

Divulgando mais uma turma para o  curso preparatório para concursos públicos de Biblioteconomia da colega Klara W. Freire, desta vez focado no Concurso da UFRJ:
Curso para Concursos
 
A DATA COOP REALIZARÁ CURSO PREPARATÓRIO DE BIBLIOTECONOMIA – CONCURSO UFRJ – RESOLUÇÃO DE QUESTÕES / Convênio SESCOOP/UERJ
CARGA HORÁRIA: 15 HORAS/AULA
PERÍODO: SÁBADOS 17, 24 E 31/05 DE 2014
HORÁRIO: 8 ÀS 13 Horas
ENDEREÇO:
UERJ – Endereço: Rua São Francisco Xavier, 524 / bloco F, 6º andar, SALA 6104 (Maracanã)


Investimento
Por inscrição, com a seguinte diferenciação: Estudantes de Biblioteconomia: R$ 290,00; Bibliotecários: R$ 350,00.
Para inscritos no preparatório anteriormente realizado (estudante ou bibliotecário): R$ 200,00.
Pagamento depósito em conta:
Para DATA COOP – COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS,
DOCUMENTALISTAS, ARQUIVISTAS E ANALISTAS DA INFORMAÇÃO LTDA.
CNPJ: 01596552/0001-77
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AG: 4144
Operação 003
Conta 790772-8
Confirmação por EMAIL - wilsy@datacoop.com.br
Inscrição: wilsy@datacoop.com.br
Inscrições até dia 10 de maio. A confirmação de inscrição se dá mediante comprovante de pagamento.
RUA DA QUITANDA, 19, SALA 401 –CENTRO – CEP 20011-030 – RIO DE JANEIRO – RJ
JUSTIFICATIVA
O crescente espaço no mercado de trabalho de Biblioteconomia, principalmente a grande oferta de vagas no serviço público, motiva estudantes e profissionais da área a procurarem cada vez mais capacitação para prestar concursos a fim de aproveitar o volume de oportunidades disponíveis, o que impulsiona a criação de cursos para atender à demanda de preparação destes candidatos.
OBJETIVOS / RESULTADOS ESPERADOS
O curso visa atuar na preparação do candidato para o certame a ser realizado com o intuito de preenchimento do quadro de Bibliotecário-Documentalista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) através da resolução de provas de concursos anteriores e estudos de caso/questões discursivas de provas da área.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
O conteúdo programático deverá ter como base o apresentado pela organizadora do concurso, quando de sua publicação, que deverá ocorrer até a data de início das inscrições, de acordo com o Edital nº 70, de 31 de março de 2014.
PRE-REQUISITOS
Não há pré-requisitos
INFRA-ESTRUTURA
* Cadeiras com apoio para escrita;
* Coffee-break
* Tela com projetor (datashow)
* Pasta com caneta e bloco de anotação;
* Apostila de questões impressa.
DEMAIS INFORMAÇÕES
Vagas: até 50 alunos, mínimo de 20.
CURRÍCULO DA INSTRUTORA
Instrutora: Klara W. Freire
Graduada em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ministra palestras sobre a carreira do bibliotecário no serviço público e possui experiência em Biblioteconomia para concursos. Primeiro lugar no concurso de 2012 do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão no qual trabalha atualmente. Acumula aprovações nos seguintes certames: 2º lugar na Casa da Moeda – seu primeiro, ainda graduanda do 4º período de Biblioteconomia -, 4º lugar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 3º lugar na UFRJ – onde trabalhou por quase dois anos, até ingressar no Poder Judiciário – e, mais recentemente, 7º lugar na Petrobras, dentre muitos outros.
Wilsy Moreira Castro
Data Coop – Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas e
Analistas da Informação Ltda.
Rua da Quitanda, 19, salas 401-402
20011-030 – Rio de Janeiro- RJ – Brasil

RDA como novo código de catalogação

Divulgo aqui o excelente material sobre RDA elaborado pelo bibliotecário  Marcelo Votto Teixeira, da Universidade de Caxias do Sul – RS, primeira instituição da América Latina a fazer uso do RDA. Este material foi apresentado na Jornada de Relatos e Debates da Prática Bibliotecária, realizado pela ECI/UFMG

Resumo:  Histórico do desenvolvimento da RDA a sua aplicação prática. Discussão das principais diferenças na catalogação entre a AACR2 e a RDA. Como o bibliotecário poderá utilizar a RDA em seu cotidiano e o impacto do novo código nos catálogos automatizados. Os modelos conceituais (FRBR-FRAD) que serviram como modelo para o desenvolvimento da RDA, e os registros bibliográficos e registros de autoridades – Formatos MARC Bibliográfico e MARC Autoridades. Por fim, a apresentação sobre o uso da RDA no catálogo de autoridades da Universidade de Caxias do Sul.



 Acesse o pdf completo da apresentação aqui.

Acesse o vídeo da apresentação aqui.

(Fonte: http://www.eci.ufmg.br/jornada-de-relatos-e-debates-da-pratica-bibliotecaria-a-rda-como-novo-codigo-de-catalogacao)

Eu profissional da informação, e agora?

O Biblio Concursos foi a fonte consultada pelos autores Júccia Nathielle do Nascimento Oliveira, Ana Cristina Lucio Pinheiro, Jaiene Gomes Diniz e

Gracy Kelli Martins para elaboração do artigo:

EU PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO, E AGORA?: Um estudo de caso acerca dos concursos na área de biblioteconomia na região Nordeste apresentado no XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da informação (EREBD N-NE)

RESUMO
As tendências informacionais têm alterado o cenário profissional no que diz respeito à atuação do Bibliotecário frente às diversificas formas de acesso e uso da informação. São muitas as transformações que o mercado de trabalho exige e em consequência, o ambiente de atuação deste profissional também origina modificações e cria cada vez mais oportunidades. Com a expansão das Universidades Públicas e a criação de novos espaços informacionais, as demandas do mercado de trabalho são refletidas principalmente no índice de concursos públicos promovidos nos últimos anos. Esta pesquisa analisa o mercado de trabalho do bibliotecário enfocando as oportunidades oferecidas no âmbito público, com um recorte voltado para a promoção de concursos públicos e média salarial ocorrentes no Estado do Ceará. O levantamento compreende os 3 últimos anos e apresenta dados quantitativos através de um levantamento em editais abertos no período referido e destaca atuação do Bibliotecário em instituições públicas e a crescente necessidade desse profissional nessas organizações.

Abraços.

Curso de CDU com Sebastião de Souza

Divulgando curso de Classificação Decimal Universal, com o Professor Sebastião de Souza, no Rio de Janeiro:

Curso de CDU com o professor Sebastião de Souza


Serviço de referência: do presencial ao virtual

Mais um excelente lançamento da Editora Briquet de Lemos, vale a pena conferir:

SERVIÇO DE REFERÊNCIA: DO PRESENCIAL AO VIRTUAL
Jean-Philippe Accart
Tradução: Antonio Agenor Briquet de Lemos
Brasília, DF: Briquet de Lemos / Livros, 2012.
312 p.

ISBN 978-85-85637477


 

[...] Embora o livro e toda a biblioteconomia em seu entorno continuem sendo, inegavelmente, o coração das bibliotecas, seu perímetro tende inexoravelmente a se retrair, cedendo lugar ao digital. Nesse ínterim, o digital desenvolve-se independentemente das bibliotecas, construindo uma engenharia da informação que não fica muito a dever às bibliotecas e que estas têm tido dificuldade de acompanhar. [...]

As bibliotecas, é claro, ainda dispõem de recursos. Contam, por exemplo, com a oportunidade de lidar ao mesmo tempo com todos os tipos de registros, lançando mão de todos os suportes e todas as formas de mediação, atuando tanto com o presencial como com o virtual e se dirigindo a diversos públicos. De uma certa indefinição fazem sua força, um pouco como as grandes lojas de departamentos onde sempre se consegue encontrar algo para satisfazer a curiosidade. Esta dimensão generalista, porém, não é suficiente. É preciso que ela encontre um ponto de apoio específico que a legitime plenamente, caso almeje enfrentar o futuro com confiança. Na verdade, as bibliotecas, pela primeira vez na história, estão em busca de si próprias, de sua identidade.

Talvez seja preciso procurar essa identidade no campo da função de referência, uma atividade que toca no próprio cerne da profissão de bibliotecário, onde se entrelaçam competência intelectual, conhecimento técnico e a relação com o usuário. É claro que os serviços de referência, ícones das bibliotecas-modelo anglo-saxônicas, sofrem diretamente a concorrência da internet, mas, paradoxalmente, essa crise pode levar não ao desaparecimento dessa função, mas à sua transformação. [...]

É por isso que o livro de Jean-Philippe Accart é tão importante. Não se trata simplesmente de uma reflexão teórica sobre o assunto, mas de uma análise muito concreta do aparato da referência [...]. Longe de contrapor a referência clássica, a que se exerce na modalidade presencial, à sua versão virtual, ele mostra muito bem que esta descobre e se aprofunda mais do que a primeira conseguia com seus limitados recursos. Por intermédio da problemática da referência ele mostra que, permanecendo fiéis à sua inspiração primeira e com um pouco de inovação, as bibliotecas podem perfeitamente acompanhar as novas exigências da sociedade do conhecimento. [...]  Patrick Bazin [No prefácio.]

Jean-Philippe Accart é pesquisador da Bibliothèque et Archives de la Ville de Lausanne (Suíça) e diretor de estudos do mestrado de arquivologia, biblioteconomia e ciência da informação das universidades de Berna e Lausanne. Iniciou suas atividades no campo da ciência da informação em 1983, primeiro na França e depois na Suíça. Com vários livros e artigos publicados, mantém o sítio www.jpaccart.ch.

Sumário

Serviços de referência presenciais
Introdução
Origem e situação atual dos serviços de referência
1        O que é um serviço de referência presencial?
2        Qual serviço de referência para qual instituição?
3        A política de referência
4        A abordagem de projeto no serviço de referência presencial
5        O projeto arquitetônico do serviço de referência
6        A coleção de referência
7        A equipe de referência
8        Deontologia e responsabilidade jurídica do profissional de referência
9        Organização e funcionamento do serviço de referência
10      O trabalho de referência
11      A função de referência
12      A entrevista de referência
13      A pesquisa de informação
14      Os produtos de informação no serviço de referência
Conclusão da parte i. O futuro dos serviços de referência presenciais

Serviços de referência virtuais
Introdução
1        O que é um serviço de referência virtual?
2        A referência virtual num ambiente digital
3        Estudo de viabilidade para a criação de um serviço de referência virtual
4        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos normativos e legais
5        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (1)
6        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (2)
7        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (3)
8        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos organizacionais
9        A rede de referência virtual colaborativa
Conclusão da parte ii. Valor agregado do serviço de referência virtual

Serviços de referência presenciais e virtuais: aspectos comuns

1        A economia dos serviços de referência
2        Quadro de indicadores de desempenho do serviço de referência
3        Serviços de referência — objetivo: qualidade
4        O marketing dos serviços de referência
5        A comunicação no serviço de referência
Conclusão geral: o futuro é virtual

Anexos
1        Revistas especializadas
2        Sítios na internet
3        Aplicativos para mensagens instantâneas
4        Siglas e abreviaturas
5        Glossário

Índice

Ranganathan e os concursos públicos

Grande Ranganathan!

Grande Ranganathan!

Ranganathan vai se revirar em seu túmulo, mas a partir de suas famosas leis fiz uma adaptação (bem tosca, é verdade) para criar as cinco leis dos concursos públicos. Claro que é uma brincadeira, já que não tem nenhum conteúdo científico e serve somente para ilustrar alguns pontos/etapas da preparação para os concursos.

Primeira lei : O edital é para ser lido (todo!)

Muita gente tem mania de ler somente as partes dos edital que mais lhe interessam como, por exemplo, salário e período de inscrição. Porém   uma boa preparação passa primeiro pela leitura completa do edital. É fundamental, pois  evita muito mal-entendido e perda de tempo. Um exemplo claro disso foi este último concurso para o Senado, muita gente que não leu o edital achou que a prova iria ter uma parte sobre direito administrativo, o que não aconteceu. Também vale lembrar que vários concursos possuem a bibliografia recomendada, o que ajuda no rumo da preparação.

Segunda lei: Para cada concurseiro, seu concurso.

Muitas vezes divulgamos vagas em concursos de prefeituras distantes e no interior, alguns devem se perguntar se alguém faz prova para esses lugares, a resposta é: sim! E é uma boa maneira de se preparar, além de ser bom para alto estima. Passar em um concurso de prefeitura, com concorrência baixa, te dá fôlego para ir em busca de voos mais altos.

 

Terceira lei: Para cada concurso, seu concurseiro:

Algumas pessoas podem discordar, porém alguns concursos não são para todos. Utilizo o mesmo exemplo do Senado. Não adianta se inscrever em um concurso assim se você está há muito tempo sem ler nada da área e não pretende fazer isso para se preparar para a prova. Vai perder seu dinheiro na inscrição e o seu tempo para ir fazer uma prova que não tem a mínima chance de passar. É claro que a sorte existe, mas o curioso é que a sorte sorri muito mais para quem se prepara do que para os que contam somente com ela, sem fazer por merecer.


Quarta lei: Poupe o tempo do concurseiro (o seu tempo).

Não adianta ficar estudando quinze horas por dia sem fazer um planejamento do que estudar e como estudar, é perda de tempo e pode até causar  danos à sua saúde, além de não produzir resultados práticos. Recomendo o livro do grande bibliotecário Gustavo Henn:  Métodos de preparação para concursos, da Thesaurus Editora.

Quinta lei: O serviço público (ainda) é um organismo em expansão. Os governos Lula foram a época que mais se contratou servidor público no Brasil, coisa que é difícil se repetir. Porém, as vagas no serviço público ainda tendem a crescer, devido a grande quantidade de terceirizados nos órgãos e a necessidade de prestação de um serviço público de qualidade para população, o que passa pela contratação de pessoas qualificadas, via concurso público.

Em tempo, não custa nada lembrar as Leis de Ranganathan, que volta e meia são cobradas em provas:

1ª Os livros são para o uso

2ª Para cada leitor o seu livro

3ª Para cada livro seu leitor

4ª Poupe o tempo do leitor

5ª A biblioteca é um organismo em crescimento.

Vale ainda lembrar que As Cinco Leis da Biblioteconomia foram publicadas no Brasil pela Briquet de Lemos.

Abraços.

Nova Ortografia da Língua Portuguesa

Em 2009 entraram em vigor as novas regras ortográficas introduzidas pela Reforma Ortográfica.  O acordo unificou o idioma português em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.  Separei alguns resumos sobre os principais pontos de mudança, que mesmo após 3 anos de vigência, ainda deixam muitas dúvidas na hora de fazer uma prova de português:

http://www.anj.org.br/servicos/guias-acordo-ortografico/OGlobo_Ortografia2.pdf

http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?typePag=novaortografia

http://download.globo.com/vestibular/Guia_rapido_do_G1_sobre_o_acordoOrtografico.pdf

Para se aprofundar um pouco mais, recomendo os livros:

A Nova Ortografia / Claudio Cezar Henriques

Nova Ortografia da Língua Portuguesa / Domício Proença

Abraços.

 

 

 

Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação

Quem trabalha com catalogação não deve deixar de ler a Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação, publicada em português em 2009 pela IFLA.



 

A Declaração de Princípios – conhecida como Princípios de Paris – foi aprovada pela Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação em 19611. Seu objetivo de servir de base para a padronização internacional em catalogação certamente foi alcançado: a maioria dos códigos de catalogação desenvolvidos em todo o mundo, desde tal data, seguiu os Princípios estritamente ou pelo menos em grande parte.

Quarenta anos mais tarde, tornou-se ainda mais desejável um conjunto comum de princípios internacionais de catalogação devido ao uso dos OPACS (Online Public Access Catalogues) em todo o mundo. Agora, no começo do Século XXI, a IFLA tem feito esforços para produzir nova declaração de princípios aplicáveis a catálogos online e outros. O primeiro desses objetivos é servir à conveniência de usuários do catálogo.

Esta declaração substitue e amplia os Princípios de Paris, incluindo, além dos trabalhos meramente textuais, todos os tipos de materiais e além da escolha e forma de entrada, todos os aspectos de dados bibliográficos e de autoridade usados em catálogos de biblioteca. Inclui não somente princípios e objetivos (i.e., funções do catálogo), mas também regras orientadoras que devem ser incorporadas aos códigos de catalogação em âmbito internacional, assim como orientações que viabilizem a busca e recuperação. 

Mais informações no site da IFLA.

Abraços.

Online Dictionary for Library and Information Science – ODLIS

Mas uma dica de fonte de informação:

Com mais de 4.000 termos e referências cruzadas  o conteúdo do dicionário foi cuidadosamente selecionado e inclui além de termos de biblioteconomia e ciência da informação, termos de editoração, impressão, literatura e ciência da computação  que sejam relevantes para bibliotecários e leigos.

Teve seu início em 1994 como apenas cinco páginas, o Dictionary for Library and Information Science foi logo expandido e convertido para o formato eletrônico para instalação no site da Western Connecticut State University Library, onde é amplamente utilizado por bibliotecários, acadêmicos e estudantes, e recebeu elogios internacionais.

No formato impresso o  Dictionary for Library and Information Science custa 52 dólares no site da Amazon, mas pode ser acessado no seu formato on-line (Online Dictionary for Library and Information Science) sem custo algum.

Abraços.