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Fui reprovado, o que fazer?

The Scream - Edvard_Munch

The Scream de Edvard Munch / fonte: wikipedia.org

Um assunto que pouca gente comenta é a reprovação em concursos. Ninguém gosta de gastar dinheiro com inscrição, estudar, acordar cedo para fazer uma prova por horas e no final não atingir a nota mínima de corte. É muito ruim ver aquela desagradável palavra ao lado do seu nome: desclassificado, não-aprovado, nota insuficiente, eliminado, reprovado… o termo varia de acordo com a banca, mas quer dizer a mesma coisa: você não atingiu seu objetivo.

Faz parte da vida de qualquer um ter insucessos e, por incrível que pareça, são saudáveis. Com eles aprendemos mais do que com as vitórias, pois através deles é que refletimos e mudamos. A reprovação é o sinal de que alguma coisa deverá ser corrigida: se você não foi aprovado é sinal de que a carga de estudos deverá ser aumentada ou melhor distribuída, pois não adianta ir bem em conhecimentos específicos e ficar reprovado por uma questão de interpretação de texto na prova de português.


Serve também como amadurecimento, pois os simulados e as provas que fazemos em casa não possuem a mesma atmosfera da sala do concurso, nem o nervosismo do momento. Em função deste nervosismo que recai sobre algumas pessoas durante a prova o desempenho é prejudicado e muitas vezes aparece o famoso “deu branco”. Na medida que fazemos mais provas, a rotina elimina quase que completamente o nervosismo. A reprovação só valoriza ainda mais sua conquista, o importante é não duvidar de si mesmo e nunca desistir devido a uma experiência ruim.

Uma máxima de um concurseiro famoso, William Douglas, resume muito bem isso:

Concurso não se faz para passar, se faz até passar!

Abraços.

Dada a largada para o concurso do Senado Federal

Fonte: Wikipedia.org

Em 2008 o salário para bibliotecário no Senado era de R$ 9.580,50, o que atraiu bastante gente e fez a relação candidato/vaga para bibliotecário ser de 163/1. Com a divulgação da autorização do Sarney para a realização de um novo concurso, tem muito bibliotecário sonhando em trabalhar em Brasília, já que a remuneração inicial  de um analista legislativo atualmente gira em torno de impressionantes  R$ 18.500,00. Apesar de a tabela do concurso oferecer somente 2 vagas, existe a possibilidade de convocação de outros candidatos aprovados, já que não é incomum a aposentadoria de bibliotecários em órgãos antigos, onde a faixa etária é maior. Segundo tabela publicada pelo Senado, em 31/08/2011 existiam 10 vagas desocupadas para Analista Legislativo – Especialidade Biblioteconomia. É claro que não podemos garantir que todas estas vagas serão preenchidas futuramente, pois isto depende de uma série de fatores, mas já é um bom indício.



Como ainda não foi definida nem a banca que será responsável pelo certame, ainda existe bastante tempo para se preparar, lendo o conteúdo de biblioteconomia, português, conhecimentos gerais e idiomas, temas do último concurso.

Reveja a prova anterior, realizada pela FGV (2008).

Acompanhe as discussões sobre o concurso do Senado no Fórum.

Abraços.

 

Livros para concursos públicos de Biblioteconomia

Sabemos que a preparação para as provas começa sempre com a leitura de livros indicados no edital e os que são referência na nossa área. Esta lista que eu elaborei, apresenta os livros que mais são cobrados nos concursos para biblioteconomia e também os livros que mesmo não aparecendo na bibliografia dos concursos, servem como boa fonte de estudo. Infelizmente alguns destes livros já estão esgotados na editora, porém podemos encontrá-los em sebos e sites na internet. Devem constar na biblioteca de todo concurseiro de biblioteconomia:

ALMEIDA, Maria Christina Barbosa de. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2005.

CAMPELLO, Bernadete. Introdução ao controle bibliográfico. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

CENDON, Beatriz; CAMPELLO, Bernadette; KREMER, Jeannette. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos: 2008.

CUNHA, Murilo Batos. Manual de fontes de informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

DODEBEI, Vera Lúcia Doyle. Tesauro: Linguagem de representação da linguagem documentária. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

FEITOSA, Ailton. Organização da informação na web: das tags à web semântica. Brasília: Thesaurus, 2006.

GROGAN, Denis. A prática do serviço de referência. Brasília: Briquet de Lemos,  2001.

LANCASTER, F. Indexação e Resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LANCASTER, F. Avaliação de serviços de bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LE COADIC, Ives-François. A Ciência da Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.


MACIEL, Alba Costa. Bibliotecas como organizações. Rio de Janeiro: Intertexto, 2000.

MENDES, Maria Tereza Reis. Cabeçalhos para entidades coletivas. Rio de Janeiro: Interciência, 2002.

MENDES, Maria Tereza Reis. Elaboração de Referências: NBR 6023/2002. Rio de Janeiro: Intertexto, 2002.

MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Lemos, 2009.

NAVES, Madalena; KURAMOTO, Hélio (Orgs.) . Organização da informação: Princípios e tendências. Brasília: Briquet de Lemos, 2006.

OLIVER, Chris. Introdução ao RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011.

OLIVEIRA, Marilene (Coord.) Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos e espaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

PIEDADE, M. A. R. Introdução a Teoria da Classificação. Rio de Janeiro: Interciência, 1983.

ROWLEY, Jennifer. A Biblioteca eletrônica. Brasília: Briquet de Lemos, 2002.

SOUZA, Sebastião. CDU: como entender e utilizar a 2ª Edição padrão internacional. 2 ª. ed. Brasília: Thesaurus, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 3 ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2010.

VERGEIRO, Waldomiro; ANDRADE, Diva. Aquisição de Materiais de Informação. Brasília: Briquet de Lemos, 1996.

WEITZEL, Simone. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. Rio de Janeiro: Interciência, 2004.