Serviço de referência: do presencial ao virtual

Mais um excelente lançamento da Editora Briquet de Lemos, vale a pena conferir:

SERVIÇO DE REFERÊNCIA: DO PRESENCIAL AO VIRTUAL
Jean-Philippe Accart
Tradução: Antonio Agenor Briquet de Lemos
Brasília, DF: Briquet de Lemos / Livros, 2012.
312 p.

ISBN 978-85-85637477


 

[...] Embora o livro e toda a biblioteconomia em seu entorno continuem sendo, inegavelmente, o coração das bibliotecas, seu perímetro tende inexoravelmente a se retrair, cedendo lugar ao digital. Nesse ínterim, o digital desenvolve-se independentemente das bibliotecas, construindo uma engenharia da informação que não fica muito a dever às bibliotecas e que estas têm tido dificuldade de acompanhar. [...]

As bibliotecas, é claro, ainda dispõem de recursos. Contam, por exemplo, com a oportunidade de lidar ao mesmo tempo com todos os tipos de registros, lançando mão de todos os suportes e todas as formas de mediação, atuando tanto com o presencial como com o virtual e se dirigindo a diversos públicos. De uma certa indefinição fazem sua força, um pouco como as grandes lojas de departamentos onde sempre se consegue encontrar algo para satisfazer a curiosidade. Esta dimensão generalista, porém, não é suficiente. É preciso que ela encontre um ponto de apoio específico que a legitime plenamente, caso almeje enfrentar o futuro com confiança. Na verdade, as bibliotecas, pela primeira vez na história, estão em busca de si próprias, de sua identidade.

Talvez seja preciso procurar essa identidade no campo da função de referência, uma atividade que toca no próprio cerne da profissão de bibliotecário, onde se entrelaçam competência intelectual, conhecimento técnico e a relação com o usuário. É claro que os serviços de referência, ícones das bibliotecas-modelo anglo-saxônicas, sofrem diretamente a concorrência da internet, mas, paradoxalmente, essa crise pode levar não ao desaparecimento dessa função, mas à sua transformação. [...]

É por isso que o livro de Jean-Philippe Accart é tão importante. Não se trata simplesmente de uma reflexão teórica sobre o assunto, mas de uma análise muito concreta do aparato da referência [...]. Longe de contrapor a referência clássica, a que se exerce na modalidade presencial, à sua versão virtual, ele mostra muito bem que esta descobre e se aprofunda mais do que a primeira conseguia com seus limitados recursos. Por intermédio da problemática da referência ele mostra que, permanecendo fiéis à sua inspiração primeira e com um pouco de inovação, as bibliotecas podem perfeitamente acompanhar as novas exigências da sociedade do conhecimento. [...]  Patrick Bazin [No prefácio.]

Jean-Philippe Accart é pesquisador da Bibliothèque et Archives de la Ville de Lausanne (Suíça) e diretor de estudos do mestrado de arquivologia, biblioteconomia e ciência da informação das universidades de Berna e Lausanne. Iniciou suas atividades no campo da ciência da informação em 1983, primeiro na França e depois na Suíça. Com vários livros e artigos publicados, mantém o sítio www.jpaccart.ch.

Sumário

Serviços de referência presenciais
Introdução
Origem e situação atual dos serviços de referência
1        O que é um serviço de referência presencial?
2        Qual serviço de referência para qual instituição?
3        A política de referência
4        A abordagem de projeto no serviço de referência presencial
5        O projeto arquitetônico do serviço de referência
6        A coleção de referência
7        A equipe de referência
8        Deontologia e responsabilidade jurídica do profissional de referência
9        Organização e funcionamento do serviço de referência
10      O trabalho de referência
11      A função de referência
12      A entrevista de referência
13      A pesquisa de informação
14      Os produtos de informação no serviço de referência
Conclusão da parte i. O futuro dos serviços de referência presenciais

Serviços de referência virtuais
Introdução
1        O que é um serviço de referência virtual?
2        A referência virtual num ambiente digital
3        Estudo de viabilidade para a criação de um serviço de referência virtual
4        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos normativos e legais
5        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (1)
6        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (2)
7        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos técnicos (3)
8        Implantação do serviço de referência virtual: aspectos organizacionais
9        A rede de referência virtual colaborativa
Conclusão da parte ii. Valor agregado do serviço de referência virtual

Serviços de referência presenciais e virtuais: aspectos comuns

1        A economia dos serviços de referência
2        Quadro de indicadores de desempenho do serviço de referência
3        Serviços de referência — objetivo: qualidade
4        O marketing dos serviços de referência
5        A comunicação no serviço de referência
Conclusão geral: o futuro é virtual

Anexos
1        Revistas especializadas
2        Sítios na internet
3        Aplicativos para mensagens instantâneas
4        Siglas e abreviaturas
5        Glossário

Índice

Concurso para a Petrobras – 2012

Concurso petrobras 2012Boa notícia para os bibliotecários que querem trabalhar na segunda maior empresa petrolífera de capital aberto no mundo: saiu o edital para preenchimento de 02 vagas (além de formação de cadastro de reservas) na Petrobras. Como em concursos anteriores, a organizadora é a Cesgranrio.

Site: http://www.cesgranrio.org.br/
Edital:
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=22/03/2012&jornal=3&pagina=113&totalArquivos=208
Vagas: 02
Inscrições: no período entre 0 (zero) hora do dia 27/03 e 23h e 59 min do dia 11/04/2012,
observado o horário oficial de Brasília/DF
Taxa: R$ 50,00

REMUNERAÇÃO: Salário Básico de R$ 4.097,43 com garantia de remuneração mínima de R$ 6.388,31.


PROGRAMA:

BIBLIOTECÁRIO(A) JÚNIOR
BLOCO 1: Organização e administração de centros de informação. Recuperação da informação. Pesquisa documental. Tratamento
técnico da informação: representação descritiva, representação temática, indexação. Linguagens documentárias. Taxonomia;
Sistemas de classificação (CDD). Normalização de documentos (ABNT). Processo de referência. Formação e desenvolvimento de
coleções. BLOCO 2: Fontes de informação gerais e especializadas. Princípios de comunicação e marketing de serviços de informação.
Gestão do conhecimento. Preservação de acervos em suas diferentes mídias. BLOCO 3: Tecnologia da informação e comunicação aplicável
à biblioteca: softwares. Marketing aplicado a bibliotecas. Bibliometria. Biblioteca digital. Planejamento e manutenção de bancos
de dados.

CONHECIMENTOS BÁSICOS
CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR
LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão e interpretação de textos. 2. Ortografia (nova ortografia, acentuação, emprego do hífen). 3. Morfologia (verbos irregulares, emprego das palavras “porque”, “por que”, “por quê” e “porquê”, “se” e quê”). 4. Sintaxe (regência verbal e nominal, concordância verbal, concordância nominal, emprego de verbos impessoais, indeterminação do sujeito, voz passiva pronominal, emprego de pronomes relativos e uso de “há” e “a”). 6. Estrutura e processo de formação das palavras. 7. Estilística: fenômenos expressivos nos campos fônico, morfológico e semântico.

LÍNGUA INGLESA: 1. Compreensão de texto escrito em língua inglesa. 2. Itens gramaticais
relevantes para a compreensão dos conteúdos semânticos.

 Abraços.

Ranganathan e os concursos públicos

Grande Ranganathan!

Grande Ranganathan!

Ranganathan vai se revirar em seu túmulo, mas a partir de suas famosas leis fiz uma adaptação (bem tosca, é verdade) para criar as cinco leis dos concursos públicos. Claro que é uma brincadeira, já que não tem nenhum conteúdo científico e serve somente para ilustrar alguns pontos/etapas da preparação para os concursos.

Primeira lei : O edital é para ser lido (todo!)

Muita gente tem mania de ler somente as partes dos edital que mais lhe interessam como, por exemplo, salário e período de inscrição. Porém   uma boa preparação passa primeiro pela leitura completa do edital. É fundamental, pois  evita muito mal-entendido e perda de tempo. Um exemplo claro disso foi este último concurso para o Senado, muita gente que não leu o edital achou que a prova iria ter uma parte sobre direito administrativo, o que não aconteceu. Também vale lembrar que vários concursos possuem a bibliografia recomendada, o que ajuda no rumo da preparação.

Segunda lei: Para cada concurseiro, seu concurso.

Muitas vezes divulgamos vagas em concursos de prefeituras distantes e no interior, alguns devem se perguntar se alguém faz prova para esses lugares, a resposta é: sim! E é uma boa maneira de se preparar, além de ser bom para alto estima. Passar em um concurso de prefeitura, com concorrência baixa, te dá fôlego para ir em busca de voos mais altos.

 

Terceira lei: Para cada concurso, seu concurseiro:

Algumas pessoas podem discordar, porém alguns concursos não são para todos. Utilizo o mesmo exemplo do Senado. Não adianta se inscrever em um concurso assim se você está há muito tempo sem ler nada da área e não pretende fazer isso para se preparar para a prova. Vai perder seu dinheiro na inscrição e o seu tempo para ir fazer uma prova que não tem a mínima chance de passar. É claro que a sorte existe, mas o curioso é que a sorte sorri muito mais para quem se prepara do que para os que contam somente com ela, sem fazer por merecer.


Quarta lei: Poupe o tempo do concurseiro (o seu tempo).

Não adianta ficar estudando quinze horas por dia sem fazer um planejamento do que estudar e como estudar, é perda de tempo e pode até causar  danos à sua saúde, além de não produzir resultados práticos. Recomendo o livro do grande bibliotecário Gustavo Henn:  Métodos de preparação para concursos, da Thesaurus Editora.

Quinta lei: O serviço público (ainda) é um organismo em expansão. Os governos Lula foram a época que mais se contratou servidor público no Brasil, coisa que é difícil se repetir. Porém, as vagas no serviço público ainda tendem a crescer, devido a grande quantidade de terceirizados nos órgãos e a necessidade de prestação de um serviço público de qualidade para população, o que passa pela contratação de pessoas qualificadas, via concurso público.

Em tempo, não custa nada lembrar as Leis de Ranganathan, que volta e meia são cobradas em provas:

1ª Os livros são para o uso

2ª Para cada leitor o seu livro

3ª Para cada livro seu leitor

4ª Poupe o tempo do leitor

5ª A biblioteca é um organismo em crescimento.

Vale ainda lembrar que As Cinco Leis da Biblioteconomia foram publicadas no Brasil pela Briquet de Lemos.

Abraços.

Nova Ortografia da Língua Portuguesa

Em 2009 entraram em vigor as novas regras ortográficas introduzidas pela Reforma Ortográfica.  O acordo unificou o idioma português em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.  Separei alguns resumos sobre os principais pontos de mudança, que mesmo após 3 anos de vigência, ainda deixam muitas dúvidas na hora de fazer uma prova de português:

http://www.anj.org.br/servicos/guias-acordo-ortografico/OGlobo_Ortografia2.pdf

http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?typePag=novaortografia

http://download.globo.com/vestibular/Guia_rapido_do_G1_sobre_o_acordoOrtografico.pdf

Para se aprofundar um pouco mais, recomendo os livros:

A Nova Ortografia / Claudio Cezar Henriques

Nova Ortografia da Língua Portuguesa / Domício Proença

Abraços.

 

 

 

Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação

Quem trabalha com catalogação não deve deixar de ler a Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação, publicada em português em 2009 pela IFLA.



 

A Declaração de Princípios – conhecida como Princípios de Paris – foi aprovada pela Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação em 19611. Seu objetivo de servir de base para a padronização internacional em catalogação certamente foi alcançado: a maioria dos códigos de catalogação desenvolvidos em todo o mundo, desde tal data, seguiu os Princípios estritamente ou pelo menos em grande parte.

Quarenta anos mais tarde, tornou-se ainda mais desejável um conjunto comum de princípios internacionais de catalogação devido ao uso dos OPACS (Online Public Access Catalogues) em todo o mundo. Agora, no começo do Século XXI, a IFLA tem feito esforços para produzir nova declaração de princípios aplicáveis a catálogos online e outros. O primeiro desses objetivos é servir à conveniência de usuários do catálogo.

Esta declaração substitue e amplia os Princípios de Paris, incluindo, além dos trabalhos meramente textuais, todos os tipos de materiais e além da escolha e forma de entrada, todos os aspectos de dados bibliográficos e de autoridade usados em catálogos de biblioteca. Inclui não somente princípios e objetivos (i.e., funções do catálogo), mas também regras orientadoras que devem ser incorporadas aos códigos de catalogação em âmbito internacional, assim como orientações que viabilizem a busca e recuperação. 

Mais informações no site da IFLA.

Abraços.

Online Dictionary for Library and Information Science – ODLIS

Mas uma dica de fonte de informação:

Com mais de 4.000 termos e referências cruzadas  o conteúdo do dicionário foi cuidadosamente selecionado e inclui além de termos de biblioteconomia e ciência da informação, termos de editoração, impressão, literatura e ciência da computação  que sejam relevantes para bibliotecários e leigos.

Teve seu início em 1994 como apenas cinco páginas, o Dictionary for Library and Information Science foi logo expandido e convertido para o formato eletrônico para instalação no site da Western Connecticut State University Library, onde é amplamente utilizado por bibliotecários, acadêmicos e estudantes, e recebeu elogios internacionais.

No formato impresso o  Dictionary for Library and Information Science custa 52 dólares no site da Amazon, mas pode ser acessado no seu formato on-line (Online Dictionary for Library and Information Science) sem custo algum.

Abraços.



Classificação Decimal Universal – CDU on line

 A CDU – Classificação Decimal Universal, publicada no Brasil pelo IBICTpossui uma versão on-line no site da OCLC, onde é possível consultar uma seleção com cerca de 2.000 classes,  dentre as 68.000 disponíveis.

Está disponível em 46 línguas e o Português é uma delas.

Para bibliotecas que trabalham com CDU é uma boa ferramenta de consulta. Para quem está prestando concurso é um possível tema de questão. Para se aprofudar no assunto, recomendo o livro do Sebastião de Souza: CDU – Como entender e utilizar a 2ª Edição-Padrão Internacional em Língua Portuguesa, publicado em 2010.




O que devemos, no mínimo, ter memorizado são as classes principais da CDU, pois ajuda a resolver algumas questões e às vezes também são cobradas:

0 – Generalidades
1 – Filosofia e Psicologia
2 – Religião. Teologia
3 – Ciências Sociais
4 – Classe Vaga para futuras expansões
5 – Ciências Puras
6 – Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologias
7 – Artes. Passatempos. Música. Jogos. Desporto
8 – Língua. Linguística. Filologia. Literatura
9 – Arqueologia. Geografia. Biografias. História

 Este texto, da professora Ursula  Blattmann, da UFSC, é bastante completo e apresenta o histórico da CDU.

Abraços.

 

 

Site da Professora A. M. C. Memória Ribeiro

   A Professora Antônia Motta de Castro Memória Ribeiro, lançou em 2009 a quarta edição do livro Catalogação de Recursos Bibliográficos: AACR2 em MARC 21, que é uma boa fonte para questões referentes à catalogação em AACR2 no formato MARC, trazendo exemplos práticos. Serve de instrumento de trabalho para os bibliotecários de catalogação, em conjunto com o AACR2.

O livro é acompanhado de CDROM com exemplos práticos. Em seu site, http://www.amemoria.com.br, a professora esclarece dúvidas sobre catalogação, além de comercializar o livro.

 

Abraços.

 


Publicado edital para o Concurso do Senado Federal 2011

Senado Federal Concurso Público 2011O Aguardado edital para o concurso do Senado foi publicado nesta sexta-feira, 23/12/2011. Há duas vagas para Analista Legislativo- Especialidade Biblioteconomia e as provas estão marcadas para o dia 11 de março. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) será a organizadora do certame.

De acordo com informações divulgadas pela Agência Senado, “o novo concurso suprirá a necessidade de reposição de servidores diante do grande número de aposentadorias desde o último concurso. Nos últimos dois anos, 531 servidores se aposentaram, sendo 360 só este ano.” Portanto pode-se sonhar com convocações além do número de vagas previsto no edital.


Programa:

ESPECIALIDADE: BIBLIOTECONOMIA
Biblioteconomia e Ciência da Informação: conceitos básicos. Gestão da informação e gestão do conhecimento: conceitos básicos e finalidades. Organização, armazenamento e transmissão da informação na sociedade. Aspectos éticos e profissionais da gestão da informação. As cinco leis da biblioteconomia. Atendimento ao usuário da informação: Processo de referência. Serviço de referência. Entrevista de referência. Interação entre bibliotecário e usuário. Estudo de usuário e de comunidade. Treinamento e orientação de usuários. Marketing da informação, divulgação e promoção. Gestão da qualidade do atendimento. Pesquisa de satisfação. Circulação de recursos informacionais: empréstimo, reserva, devolução. Empréstimo entre bibliotecas. Serviço de referência virtual.
Recursos Informacionais: Fontes de informação: tipologia e função. Obras de referência. Bibliografia: planejamento e elaboração. Bibliografias e catálogos nacionais. Guias bibliográficos. Fontes de informação em direito brasileiro. Disseminação da informação. Disseminação seletiva da informação. Representação descritiva dos recursos informacionais: Instrumentos adotados na representação descritiva. Descrição bibliográfica. Catalogação: conceito, objetivos, sistemas informatizados. Registros catalográficos: terminologia e campos. Instrumentos e normas vigentes 19 da catalogação descritiva. Código de Catalogação Anglo-Americano, 2.ed. (AACR 2). Descrição de Recursos e Acesso (Resource descriptionand access – RDA): noções básicas. Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos (Functional Requirements for Bibliographic Records – FRBR): noções básicas. Catalogação
cooperativa e controle bibliográfico. Formato MARC21. Catalogação de multimeios. Normas técnicas para a área de documentação (ABNT): referência bibliográfica, resumos.. Representação temática de recursos informacionais: Sistemas de organização do conhecimento: características, funções e tipologia. Indexação: conceito, definição, linguagens de indexação, descritores, processos de indexação, tipos de indexação. Metadados. Ontologias. Taxonomia. Web Semântica. Tesauro: princípios e métodos. Classificação Decimal de Dewey (CDD). Classificação Decimal de Direito (Doris de Queiroz Carvalho). Desenvolvimento de coleções: princípios e métodos. Metodologia de conspectus. Política de desenvolvimento de coleções: seleção, aquisição, avaliação e descarte. Fatores e critérios que afetam a formação e desenvolvimento de coleções. Processos de seleção participativa. Intercâmbio entre bibliotecas. Conservação e restauração de documentos. Organização e administração de bibliotecas: Princípios e funções administrativas em bibliotecas. Estrutura organizacional de bibliotecas, as grandes áreas funcionais da biblioteca. Centros de documentação e serviços de informação. Planejamento bibliotecário. Planejamento de sistemas de Bibliotecas. Automação de bibliotecas: Bases de dados bibliográficas. Planejamento da automação de bibliotecas. Principais sistemas de gestão de acervos bibliográficos nacionais e internacionais. Protocolo Z39.50. Redes cooperativas de bibliotecas brasileiras: Rede Virtual de Bibliotecas Congresso Nacional (RVBI), Rede de Bibliotecas da Justiça Eleitoral (REJE), Rede de Bibliotecas do Ministério Público Federal (RBMPF), Rede
BIBLIODATA. Bibliotecas digitais: Conceitos e definições. Requisitos para implementação de bibliotecas digitais.
Softwares para construção de bibliotecas digitais. Ética profissional.


Resumo do edital:
Inscrições:  26 de dezembro de 2011 a 5 de fevereiro de 2012
Remuneração: R$ 18.440,64
Vagas: 02
Taxa: R$ 190,00
Data prevista para a prova: 11/03/2012
Site: http://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/senado11/
Edital

Boa sorte a todos!

Brapci – Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação

Uma boa dica para quem precisa fazer pesquisas em periódicos nacionais sobre Ciência da Informação e Biblioteconomia é a utilização da Brapci – Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação , desenvolvido pelo Diretório de Pesquisadores em Ciência da Informação, da UFPR. Disponibiliza a referência, resumo e texto completo  de quase 7.000 textos publicados no Brasil, em 35 periódicos:

Arquivística.net
Arquivo & Administração
Biblionline
BIBLOS – Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação
Brazilian Journal of Information Science
Cadernos de Biblioteconomia
Ciência da Informação
Comunicação & Informação

DataGramaZero
Em Questão: Revista da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS
Enancib
Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação
Estudos Avançados em Biblioteconomia e Ciência da Informação
ETD – Educação Temática Digital
InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação
Inclusão Social
Infociência
Informação & Informação
Informação & Sociedade: Estudos
Informare: Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação
Liinc em revista
Perspectivas em Ciência da Informação
Perspectivas em Gestão & Conhecimento
Ponto de Acesso
Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina
Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação
Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG
Revista de Biblioteconomia & Comunicação
Revista de Biblioteconomia de Brasília
Revista Digital de Biblioteconomia & Ciência da Informação
Revista do Departamento de Biblioteconomia e História
Revista Eletrônica Informação e Cognição
Revista Online da Biblioteca Prof. Joel Martins
Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação
Transinformação

Vale lembrar que o conhecimento de fontes de informação na nossa área também é cobrado em questões de concursos públicos.

Abraços.